"Não me impressiono com cifras, títulos ou promessas. Não acredito em palavra dita ou escrita. Acredito em atitudes, somente. Palavras, eu já tenho. Nasci com esse dom. Posso te contar minha vida inteira e, ainda assim, você não vai saber nada de mim. Quer me conhecer lendo meus textos? Nem tente. Eu não conseguiria descrever um décimo de tudo que eu penso mesmo que eu soubesse todas as palavra do mundo."

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Saudade


Três gerações tiveram o prazer em te conhecer, o pai, o avô e o bisavô para muitos o S. Emilio, para os íntimos Pai Vei. É impossível falar do senhor e os olhos não se encherem de lagrimas, ai eu começo a sorrir quando lembro que Deus me deu a honra de ser sua bisneta, quando me lembro de tudo que o senhor já foi um dia. E não tinha ninguém mais cheiroso, trabalhador e implacável. Arrependo-me amargamente de muitas vezes ter te deixado passar em branco, e não ter dado atenção ao seu real valor, hoje depois que depois que já se foi vejo a importância que tinha em minha vida e nas vidas de todas aquelas pessoas que derramavam lagrimas de saudade quando se despediam do homem, do cidadão, do ser humano cheio de garra, do pai, do avô, do bisavô e como dói saber que vou passar La na frente daquele portão e não te ver sentado no fim da tarde, que não tenho mais o que fazer naquela casa onde cada pedaço tem algo que recorda o senhor, quem vai me chamar de minha loira mesmo sendo uma morena legitima?. E a culpa? A culpa é da vida que tem inicio, meio e fim. A nossa culpa está apenas em amar tanto e sentir tanto perder alguém. Mas o tempo é remédio e nele conquistamos o consolo, com ele pensamos nos bons momentos. E com um pouco mais de tempo, transformamos nossos entes queridos em eternos companheiros. Nossos sonhos ganham aliados, nossa independência ganha acompanhantes, nossa vida conquista anjos. E no fim apenas a saudade e uma certeza:Não importa onde estejam, estarão sempre conosco.
Te amo Pai Vei .





                                                                                                               "Nem sei porque você se foi
                                                                                                                Quantas saudades eu senti
                                                                                                                        E de tristezas vou viver
                                                                                                              E aquele adeus, não pude dar
                                                                                                                  Você marcou em minha vida
                                                                                                               Viveu, morreu na minha história."

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Por onde anda...


Hoje tive a necessidade de falar com vc, e não sei pq algo me dizia que ia entrar... éee nossa comunicação por telepatia não funcionou, foi só um ataque de saudade, sinto sua falta constantemente, quase sempre, enfim SEMPRE. Nesses últimos dias senti uma raiva de vc tão grande, mas são duvidas e pensamentos que sempre preferi manter guardados naquela gaveta, onde um dia guardei o presente que me deu, ou então divido algumas frases que mais parecem clichê com um amigo mudo que mim acompanha desde quando te conheci, o tão fiel diário. Sinto um medo de te perder maior do que todos os outros que já senti... Aquela menina – uma tão indesejável conhecida - me causa calafrios e é capaz de esgotar todo estoque de paciência que tenho.
Luto para as duvidas não serem maiores que muitas certezas, mas me vejo a cada dia que passa como aquelas meninas cheia de suplicas e delírios de amor, coisas que sempre corri de ser...  Sua falta me é constante, muitos dizem que minha procura por respostas não é justificável, e nem minhas queixas de ausência tem fundamento, mas tenho quase certeza de que não são delírios ou ilusões, tem aqueles que insistem em diagnosticar saudade, mas detesto quando usam ela como uma desculpa.







"Desculpe Estou um pouco atrasado Mas espero que ainda dê tempo
De dizer que andei Errado e eu entendo
As suas queixas tão justificáveis
E a falta que eu fiz nessa semana Coisas que pareceriam óbvias Até pra uma criança
Por onde andei?
Enquanto você me procurava
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava"...
(Por onde andei ,   Nando Reis)