"Hoje é o dia de festa em que alguns não são verdadeiros ao falar sobre
a idade, ou apenas não se pronunciam. qual o motivo da comemoração?
se não ha prazer em envelhecer, se formar como individuo, aperfeiçoar
e desenvolver capacidades, amadurecer, em agregar acabamento em sua
personalidade. pois todo bem q se executa em um individuo só se
concretiza através do tempo. Parece um paradoxo, mas temos segredos
para com nós mesmos, pq comemorar algo q não se pode ser dito, q não
pode ser associado a vc? Talvez tenhamos associado maturidade a morte,
como se numa aposta, visualizássemos a derrota, o pior lado da
derrota. Esse é o caminho em q a razão nos guia. Mas existe em cada um
de nos uma força, que combate contra a força do nosso entendimento, é
oq faz brotar em nos uma vontade incontida de comemorar, como se ela
tivesse tomado por nos a consciência dos prazeres de uma vida de
experiências. É através do tempo q tornamos únicos adquirimos
dignidade, deixamos de ser uma reação , um reflexo das atitudes
alheias, passamos a andar com calma pois compreendemos q cada idade
tem seus prazeres e não e válida a tentativa de eternizá-los. Ao
contrário do efeito esperado essa agitação faz com q o prazer de viver
passe por nos de uma forma tênue, apagada e infelizmente, as vezes
imperceptível. A breve existência de cada pessoa tem se tornado um
jogo fútil e vaidoso a procura de reconhecimento e acumulo de
riquezas. ainda percebendo a sanidade em minha vida, quero q seu
futuro seja doce e deslumbrante.
Obrigado Deus pela Thayrine e seus dezesseis anos de uma vida inesquecível."
(Por: André L.) Meu amor .
"Não me impressiono com cifras, títulos ou promessas. Não acredito em palavra dita ou escrita. Acredito em atitudes, somente. Palavras, eu já tenho. Nasci com esse dom. Posso te contar minha vida inteira e, ainda assim, você não vai saber nada de mim. Quer me conhecer lendo meus textos? Nem tente. Eu não conseguiria descrever um décimo de tudo que eu penso mesmo que eu soubesse todas as palavra do mundo."
segunda-feira, 30 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Não podia ser diferente.
E eu vou estar te esperando, como eu sempre estive depois daquele dia em que eu me incomodava com sues sorrisos que mais pareciam alegria de esta se afastando e você insistia em me perguntar se a ultima imagem que eu queria ter de você antes de partir, era chorando.
Naquele dia, eu senti o mesmo nervoso do nosso primeiro encontro, tinha medo de você me abraçar e sentir o meu coração quase que pulando para fora do meu corpo-quanto boba uma mulher se torna quando se depara com a tal paixão, ou qualquer outro nome que dêem a esse sentimento que te deixa boba. Minhas mãos suavam, meu Deus há 11 meses eu não sei o que é ser boba. E que impressionante algo me dizia que aquele, sabe “aquele” abraço, aquele beijo seriam os últimos, e que nossas juras de cuidar, simplesmente cuidar, do que? Não me pergunte, seriam cumpridos, mas sem nenhum contato, próximo ou distante. Sem sono, tentei procurar algo útil, e que merecia ser lembrado no meu passado, então revive nossa historia, voltei na frente daquele lugar que eu via um homem almoçar quase todos os dias quando saia da escola, logo em seguida, lembrei de quando duas historias estavam prestes a se aproximar uma da outra, no dia seguinte, naquela ligação- um aviso fica grudada no celular ele vai te ligar, RS. Eu fiquei ate o fim da noite que peguei no sono a espera da tal ligação, não me lembro bem dos minutos mas era 14: ... Quando um numero diferente me ligava, atendi e quando ouvi a voz, nossa... Não consigo descrever a sensação. Passaram-se três dias, os três dias mais longos que já vivi, lembra como eu duvidei que você não sabia quem era essa menina que conversava com você ao telefone? E quando te vi depois da nossa primeira ligação mal consegui respirar, como fiquei nervosa. Literalmente – Boba -.
Nosso primeiro encontro, eu tremia tanto, que não comandava mais minhas pernas. E depois desse dia incontrolável, suas mensagens eram capazes de me fazerem sorrir o resto do dia.
Ah, e o resto dos dias desses 11 meses, é nosso, e só pode ser revivido e perfeitamente relembrado quando aquelas duas historias que citei no começo, forem aproximadas novamente, do contrario sou como qualquer coisa que só pode ser terminada quando se tem todas as peças.
(Por : Thayrine Neves)
(Por : Thayrine Neves)
domingo, 1 de maio de 2011
Covardes?!
Que covardia a pessoa que um dia foi embora levando um “pedaço de mim” hoje me atende por uma terrível obrigação- não deixar a moça aqui desamparada. Obrigação de que? Você não jurou, muito menos assinou um contrato que seria assim, eu aqui você ai e os pensamentos presos em um transito de indignações entre a estrada chamada distancia. Quem estamos querendo enganar?! Eu já sei você já sabe.
(Eu) Cadê a pessoa que um dia sorriu tanto, tanto que nem conseguia conversar direito de tanta alegria. Hoje é taxada como uma menina de sorrisos difíceis.
Já pensei em parar deixar tudo como estar e ir tocando em frente deixando as coisas “rolarem”, mas eu não sei ser cômoda. Cansei de ensinar, quero aprender com você como administrar isso tão bem, se é que você sabe.
Ou quem sabe continuaremos enganando o nosso publico que assiste a esse fabuloso espetáculo sem ensaios torcendo por um enganado final feliz.
E nada justifica essa falta e desapego repentino, quando se quer não a limites.
O erro é meu, sem culpa, sem pudor, sem ganhar nem perder, nem mais nem menos, ousados e sem limites, mas com muito amor. Às vezes utópicos por demais.
- Não se assuste.
- Não jogue na minha cara.
- Nem me faça perguntas pq tanta indignação.
*Tudo foi escrito em momento de fraqueza.
(Por : Thayrine Neves)
Assinar:
Comentários (Atom)

