Que covardia a pessoa que um dia foi embora levando um “pedaço de mim” hoje me atende por uma terrível obrigação- não deixar a moça aqui desamparada. Obrigação de que? Você não jurou, muito menos assinou um contrato que seria assim, eu aqui você ai e os pensamentos presos em um transito de indignações entre a estrada chamada distancia. Quem estamos querendo enganar?! Eu já sei você já sabe.
(Eu) Cadê a pessoa que um dia sorriu tanto, tanto que nem conseguia conversar direito de tanta alegria. Hoje é taxada como uma menina de sorrisos difíceis.
Já pensei em parar deixar tudo como estar e ir tocando em frente deixando as coisas “rolarem”, mas eu não sei ser cômoda. Cansei de ensinar, quero aprender com você como administrar isso tão bem, se é que você sabe.
Ou quem sabe continuaremos enganando o nosso publico que assiste a esse fabuloso espetáculo sem ensaios torcendo por um enganado final feliz.
E nada justifica essa falta e desapego repentino, quando se quer não a limites.
O erro é meu, sem culpa, sem pudor, sem ganhar nem perder, nem mais nem menos, ousados e sem limites, mas com muito amor. Às vezes utópicos por demais.
- Não se assuste.
- Não jogue na minha cara.
- Nem me faça perguntas pq tanta indignação.
*Tudo foi escrito em momento de fraqueza.
(Por : Thayrine Neves)

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