"Não me impressiono com cifras, títulos ou promessas. Não acredito em palavra dita ou escrita. Acredito em atitudes, somente. Palavras, eu já tenho. Nasci com esse dom. Posso te contar minha vida inteira e, ainda assim, você não vai saber nada de mim. Quer me conhecer lendo meus textos? Nem tente. Eu não conseguiria descrever um décimo de tudo que eu penso mesmo que eu soubesse todas as palavra do mundo."

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Um dia a mais, o suficiente para sua modificação (“E que graça teria a vida se só houvesse dias ensolarados e amigos equilibrados?”)


... Esse texto foi feito sem nenhuma conexão com realidade, com pensamentos e palavras roubados. Mas tudo com verdade, com intenção e boa fé. Não se irrite com minha falta de jeito para a expressão, mas é de coração.  


16 anos de historia, de lagrimas, desordem, conflitos, de uma vida.
Venero-te menina, assim como venero as palavras, o amor e amizade. O tempo com suas fabulosas mutações nos mantém em constante movimento e nos traduz mudança. Alheamento chega mais perto. Convivemos aprendo sem alterar nossa forma, sem admitir transformação no ato de pensar e agir. O tempo, superestimado, confunde, enrijece e em sua maioria embaraça. Como a grande Verônica H. afirma “O tempo, superestimado, nada muda. Só faz confundir realidade e passado num borrão sem cor”. Eu discordo, tempo muda, fortalece ou enfraquece e mantém ativa a lei do frio-quente, triste-alegre, coisa de filosofia.
Cresceu ao meu desviar de olhos, trocou as “bonecas”, nossas “ historias”, por um tal “ gosto mais apurado”, mas, mesmo assim venero-te, acho-te fabulosa, com toda sua bipolaridade que me irrita e me encanta. Menina suas “vidas”, lagrimas, sorrisos, ainda sim, me interessam. Alerta “Palavra não faz carinho, menina, palavra ao dá colo. É de abraço que preciso quando não há mais letra, tatuagem, tinta, papel, caneta, poesia. Quando não tem mais rima é de conforto que preciso”. Chama-me, que vou correndo, largo as palavras e essa minha incrível mania de abandonar o mundo em troca de rimas, de palavras e perfeitas combinações entre realidade de mundo mágico, da desconexão. Sem ser demais guardo a mim o que me ajudou a conquistar. Afeto, certamente. Cumplicidade? Mais do que cumplicidade. Sintonia? Acho que é amizade.”
Hoje eu relia antigas conversas nossas, elas eram encantas, ricas em verdade e sintonia. “Hoje não mais.” Fico pensando às vezes como deve ser bom ligar e dizer "aconteceu algo terrível, sinto que não vou suportar" e ouvir "senta e me espera to indo agora te ver". Seria bonito, e as coisas bonitas não acontecem mais!”“. Milagre, não?! Milagres não caem do céu, eles são méritos nossos conquistados com nossas mãos e merecimentos, nós que os tornamos possíveis.
“Somos o que somos, somos o que seremos. Em busca dos ideais que nunca aconteceram, em busca de dias que nunca amanheceram. Palavras não ditas, ações inacabadas, talvez seja o destino, talvez seja o nada. A vida vai mostrando do que somos capazes, o dia-a-dia é a nossa grande verdade. O que nos move são os sentimentos, são as pessoas, os sonhos que temos. Sentimentos incontroláveis, pessoas especiais e sonhos que estão prestes a ser realizados.” Sonhos que valeriam muito se você estivesse do meu lado. Eu fui tentando insistindo em te entender.
“Insistir, tem coisa mais autodestrutiva que insistir sem fé?”. Acredito que ela, a fé, esteja por ai, vagando corações e movendo montanhas.
“Te desejo uma fé enorme, em qualquer coisa, não importa o quê, como aquela fé que a gente teve um dia”...
Que esse mais “um dia” se repita, que seus sonhos se renovem, que viva independente de como, que sua mudança seja constante e que um dia nossas “fés” sentem para secar lagrimas, reluzir sorrisos e jogar conversa fora, como suas donas faziam, quando eram meninas. Feliz mais um dia qualquer, mais muitos dias qualquer para você, que Deus abençoe cada um deles que mesmo em dia que sua cota de fé estiver baixa ele venha com toda sua paciência de pai e a recarregue. Toda POSITIVIDADE, desejo a você.



Feliz aniversário, menina.